Mais uma vez, podemos ler uma crítica do site suite101 com referência as características adotadas por Stephenie Meyer para os vampiros da Saga Crepúsculo.
Vampiros costumavam queimar no sol e beber sangue humano, mas agora eles brilham e se tornaram “vegetarianos”. Uma questão, será que Crepúsculo tirou as presas dos vampiros?
Vampiros, lobisomens, bruxas, fantasmas… você não consegue ligar a TV, comprar um livro ou ficar na internet sem que um desses personagens “Sobrenaturais” sejam o centro da atenção. Mas todos esses personagens costumavam ser desprezados… até o fenômeno de Stephenie Meyer Crepúsculo.
Como Crepúsculo mudou a imagem do vampiro
Você teve seus príncipes encantados, seu Dean e Sam Winchester, Angel, Buffy e Ghost Whisperer…todos que lutam contra o mal, incluindo vampiros. E então entra em cena Edward Cullen e o resto da sua família.
Corpos brilhantes de um lado, quando Crepúsculo estreou, os vampiros começaram a ser vistos como algo além de maldade. Eles eram almas torturadas que não tiveram escolha em seu destino. Eram humanos, que estavam à beira da morte. Eles tinham sentimentos, amores, e a vontade voltar a serem humanos. Stephenie Meyer cruzou uma linha que nunca havia sido cruzada, e se não tivesse sido, não teria o mesmo impacto que sua historia teve. Pela primeira vez, um homem se apaixonou por um monstro… assim como a Bella e a Fera, exceto pelo fato que a Fera vai sempre ser Fera. Bella teve que aprender a amar Edward, mas não era difícil, e tira-lo dos mortos por ser o que ele é. Na mesma perspectiva, Edward teve que juntar toda a força que tinha para não mata – lá.
Além de colocar os vampiros em uma posição melhor, Crepúsculo também homenageou o lobisomem, que na verdade mudam de forma, mostrando se agressivos, mas muito protetores a suas famílias, amigos, entes queridos e membros da sua tribo. Mesmo que a força de um lobisomem se iguale a de um vampiro e que eles podem até mesmo matar um, Crepúsculo os uniu pelo amor que era forte o suficiente para arriscarem suas vidas trabalhando juntos.
Aceitando o Vampiro
Livros sobre vampiros sempre foram lançados, mas ao que parece, o surto de vampiros no cinema e na televisão só aconteceu algumas vezes. Um artigo escrito por Margot Adler, em fevereiro de 2010 para NPR.org chamado For Love of Do-Good Vampires: Uma lista sangrenta de livros de vampiro vem a tona quando a vida real é problemática. “Os vampiros têm sido usados uma e outra vez como uma maneira de falar sobre nossos medos e preocupações”. Adler afirma que os vampiros surgem quando o caos toma conta do planeta. Um exemplo seria durante a guerra fria, em 1980, quando houve uma grande mania de vampiros. A sorte da imortalidade, é ser capaz de não se importar com nada além de si mesmo, e ser capaz de ter o poder sobre todos em tempos de crises.
Hoje em dia temos Vampire Diaries, True Blood, Being Human e a Saga Crepúsculo para te satisfazer se você é viciado em vampiros, cada um atraindo meros seres mortais para a vida sedutora que é a imortalidade. Sem mencionar os inúmeros livros que estão por ai aproveitando a mania. Escapando para um mundo fantástico, esse é um meio das pessoas esquecerem os próprios problemas, aqueles problemas que elas não podem lidar. Esse parece ser um apelo real do vampiro que continua a sendo um mortal.
Por Trás do Vampiro Lure
Porque o conhecido Príncipe das Trevas quando se fala sobre o mal, torna-se bom? Talvez as pessoas sintam uma escuridão dentro de si e aceitam algumas criaturas mal intencionadas, como os vampiros, transformando suas vidas e se tornando bons, assim como podemos transformar nossas vidas e sermos pessoas melhores. Pode ser que o mundo seja um lugar tão ruim, cheio de morte, crime, guerra, e ódio que isso seja uma esperança de como os vampiros que lutam contra o instinto de matar e destruir tudo, também possamos lutar contra esses instintos, e finalmente cuidar um dos outros. Mesmo que para algumas pessoas o estilo bad-boy dos vampiros seja simplismente sexy.
Independente dos motivos que estão por trás da sedução dos vampiros, Crepúsculo levou a admiração aos indivíduos atormentados. A existência primitiva dos vampiros, intocada e não influenciada nem por pessoas ou o tempo, foi mudada quando os Cullen decidiram se tornar parte da sociedade após um passado cheio de destruição de vidas. É como se pagassem penitencia por todo o mal que causaram. Com a “nova”imagem dos vampiros que está presente nas atuais series de vampiros, é fácil olhar pra trás e ver o que essas criaturas realmente são, e você não deve mais velos como monstros, mas pessoas reais, borrando a linha da fantasia e a realidade. Isso não é dito; embora as vezes seja necessário, que os vampiros são uma expressão figurativa do medo de perdermos a coisa mais preciosa que temos, nossa mortalidade. Medo da morte e do desconhecido é inerte a todos nós, é o conhecimento e a crença do que acontece em seguida, que nos trás paz a alma e nos deixa aproveitar a vida que temos.
Fonte |
Crepúsculo tirou as presas dos vampiros?
Mesmo que não possam alimentar-se de humanos, transformar-se em morcegos, ou queimar ao sol, não significa que sejam menos ferozes. Eles ainda podem matar facilmente. A única diferença é a dedicação dos Cullens ao amor, a lealdade, e a preservação da vida humana. É isso que faz esses vampiros mais humanos que monstros. Sem as presas ou não, a historia de amor de Stephanie Meyer mostra que o amor não tem limites, e que a morte não fica no caminho, se tornando fácil qualquer pessoa se apaixonar por esse heterodoxo de Romeu e Julieta.
Vampiros costumavam queimar no sol e beber sangue humano, mas agora eles brilham e se tornaram “vegetarianos”. Uma questão, será que Crepúsculo tirou as presas dos vampiros?
Vampiros, lobisomens, bruxas, fantasmas… você não consegue ligar a TV, comprar um livro ou ficar na internet sem que um desses personagens “Sobrenaturais” sejam o centro da atenção. Mas todos esses personagens costumavam ser desprezados… até o fenômeno de Stephenie Meyer Crepúsculo.
Como Crepúsculo mudou a imagem do vampiro
Você teve seus príncipes encantados, seu Dean e Sam Winchester, Angel, Buffy e Ghost Whisperer…todos que lutam contra o mal, incluindo vampiros. E então entra em cena Edward Cullen e o resto da sua família.
Corpos brilhantes de um lado, quando Crepúsculo estreou, os vampiros começaram a ser vistos como algo além de maldade. Eles eram almas torturadas que não tiveram escolha em seu destino. Eram humanos, que estavam à beira da morte. Eles tinham sentimentos, amores, e a vontade voltar a serem humanos. Stephenie Meyer cruzou uma linha que nunca havia sido cruzada, e se não tivesse sido, não teria o mesmo impacto que sua historia teve. Pela primeira vez, um homem se apaixonou por um monstro… assim como a Bella e a Fera, exceto pelo fato que a Fera vai sempre ser Fera. Bella teve que aprender a amar Edward, mas não era difícil, e tira-lo dos mortos por ser o que ele é. Na mesma perspectiva, Edward teve que juntar toda a força que tinha para não mata – lá.
Além de colocar os vampiros em uma posição melhor, Crepúsculo também homenageou o lobisomem, que na verdade mudam de forma, mostrando se agressivos, mas muito protetores a suas famílias, amigos, entes queridos e membros da sua tribo. Mesmo que a força de um lobisomem se iguale a de um vampiro e que eles podem até mesmo matar um, Crepúsculo os uniu pelo amor que era forte o suficiente para arriscarem suas vidas trabalhando juntos.
Aceitando o Vampiro
Livros sobre vampiros sempre foram lançados, mas ao que parece, o surto de vampiros no cinema e na televisão só aconteceu algumas vezes. Um artigo escrito por Margot Adler, em fevereiro de 2010 para NPR.org chamado For Love of Do-Good Vampires: Uma lista sangrenta de livros de vampiro vem a tona quando a vida real é problemática. “Os vampiros têm sido usados uma e outra vez como uma maneira de falar sobre nossos medos e preocupações”. Adler afirma que os vampiros surgem quando o caos toma conta do planeta. Um exemplo seria durante a guerra fria, em 1980, quando houve uma grande mania de vampiros. A sorte da imortalidade, é ser capaz de não se importar com nada além de si mesmo, e ser capaz de ter o poder sobre todos em tempos de crises.
Hoje em dia temos Vampire Diaries, True Blood, Being Human e a Saga Crepúsculo para te satisfazer se você é viciado em vampiros, cada um atraindo meros seres mortais para a vida sedutora que é a imortalidade. Sem mencionar os inúmeros livros que estão por ai aproveitando a mania. Escapando para um mundo fantástico, esse é um meio das pessoas esquecerem os próprios problemas, aqueles problemas que elas não podem lidar. Esse parece ser um apelo real do vampiro que continua a sendo um mortal.
Por Trás do Vampiro Lure
Porque o conhecido Príncipe das Trevas quando se fala sobre o mal, torna-se bom? Talvez as pessoas sintam uma escuridão dentro de si e aceitam algumas criaturas mal intencionadas, como os vampiros, transformando suas vidas e se tornando bons, assim como podemos transformar nossas vidas e sermos pessoas melhores. Pode ser que o mundo seja um lugar tão ruim, cheio de morte, crime, guerra, e ódio que isso seja uma esperança de como os vampiros que lutam contra o instinto de matar e destruir tudo, também possamos lutar contra esses instintos, e finalmente cuidar um dos outros. Mesmo que para algumas pessoas o estilo bad-boy dos vampiros seja simplismente sexy.
Independente dos motivos que estão por trás da sedução dos vampiros, Crepúsculo levou a admiração aos indivíduos atormentados. A existência primitiva dos vampiros, intocada e não influenciada nem por pessoas ou o tempo, foi mudada quando os Cullen decidiram se tornar parte da sociedade após um passado cheio de destruição de vidas. É como se pagassem penitencia por todo o mal que causaram. Com a “nova”imagem dos vampiros que está presente nas atuais series de vampiros, é fácil olhar pra trás e ver o que essas criaturas realmente são, e você não deve mais velos como monstros, mas pessoas reais, borrando a linha da fantasia e a realidade. Isso não é dito; embora as vezes seja necessário, que os vampiros são uma expressão figurativa do medo de perdermos a coisa mais preciosa que temos, nossa mortalidade. Medo da morte e do desconhecido é inerte a todos nós, é o conhecimento e a crença do que acontece em seguida, que nos trás paz a alma e nos deixa aproveitar a vida que temos.
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